Jacarta –
O ator sênior Ari Wibowo conta histórias sobre sua proximidade com seu filho, Kenzo Wibowo. A relação pai-filho tem estado em destaque, já que eles são vistos juntos em vários momentos, inclusive no conteúdo de mídia social que criam juntos.
Uma coisa que me chamou a atenção foi um vídeo de conteúdo de mídia social sobre o tema diferenças geracionais que Ari enviou. Neste conteúdo, a interação entre pai e filho parece descontraída e cheia de piadas, a tal ponto que os internautas pensam que eles são mais amigos do que pai e filho.
“Então, o que você pode dizer, talvez seja a Geração X que rejeita o envelhecimento. Então, se você quiser experimentar o estilo da Geração Z, ainda pode fazê-lo. Sim, o objetivo era apenas se divertir”, disse Ari Wibowo quando se encontrou no Pagi-pagi Studio da Ambyar Trans TV, Mampang, sul de Jacarta, na quarta-feira (24/6/2026).
Role para continuar o conteúdo
Ela não apenas cria conteúdo ativamente juntos, mas Ari admite que ela e Kenzo têm um relacionamento muito próximo em suas vidas diárias. Eles costumam passar algum tempo juntos, desde treinos até brincadeiras.
“É verdade, somos sempre assim. É verdade, brincamos sempre, brincamos, brincamos um com o outro. É verdade, não somos pai e filho, somos amigos”, afirma.
Segundo Ari, essa proximidade é uma das formas de estabelecer uma comunicação saudável com as crianças. Portanto, ela optou por não usar um estilo parental muito rígido ou restritivo.
O homem de 53 anos admitiu que prefere a confiança à supervisão excessiva. Na verdade, ela nunca pensou em pedir ao filho para ativar o recurso de rastreamento de localização no celular.
“Olha, temos que confiar nele. Se não, o que está atrás de nós é meio estranho, não é? Prefiro que ele seja aberto comigo, nos conte tudo, do que realmente bagunçar na nossa frente e nas nossas costas”, explicou Ari.
Um relacionamento baseado na confiança deixará os filhos mais confortáveis na frente dos pais. Vários problemas enfrentados pelas crianças podem ser discutidos em conjunto, sem qualquer medo ou pressão.
Além de falar sobre o estilo parental, Ari também focou no desenvolvimento das instituições de ensino e na vida das crianças de hoje. Ele se sente grato porque seu filho pode desfrutar de vários confortos que ele não experimentou quando criança.
“No fundo, as instalações e a escola são muito melhores. Fico muito feliz assim, porque como pais, façamos o que fizermos, se por exemplo o nosso filho estiver mais confortável, mais confortável, o pai também ficará feliz. Não temos que passar primeiro pelas dificuldades do pai”, concluiu.
(fbr/pus)



