Los Angeles (EUA) – Ao pensar em sua doença grave, Bella Hadid (29) treme a voz. A mulher americana fala agora mais abertamente do que nunca sobre a sua doença de Lyme. As supermodelos (incluindo as de “Victoria’s Secrets”) sofrem de uma doença bacteriana transmitida por carrapatos há 15 anos. Agora ele está sofrendo uma pressão particularmente severa.
Em sua história no Instagram, Bella descreve como a doença agora determina sua vida cotidiana. Mesmo as tarefas mais pequenas podem ser difíceis de concluir. “Tomar banho sem desmaiar é uma grande conquista”, explica ela. Até ir à cozinha a deixa sem fôlego. Onze horas de sono, medicação e adesão consistente às recomendações do médico – seu estado ainda não melhora.
Bella Hadid na passarela do desfile da Victoria’s Secret em Nova York em outubro passado. Sua doença grave não é notada em suas glamorosas aparições de modelo
“Eu gostaria que não fosse tão difícil”
É especialmente estressante explicar sua doença aos outros. “Eu gostaria que não fosse tão assustador e difícil explicar a dor, o cansaço, a fadiga, a ansiedade e a dificuldade de concentração que acompanham as doenças crônicas”, disse Bella. Então ela até pediu desculpas aos fãs. Ela não quer assustar ninguém, ela só quer ser honesta sobre como se sente. Apesar de tudo, ele não perde o otimismo: “Cada dia é um novo dia e espero que amanhã, se Deus quiser, seja um dia melhor”.
Além dos achados médicos, Bella também compartilhou diversas fotos do hospital
Tem sido uma luta constante há 15 anos
Rastreia a doença de Lyme Bella Hadid desde sua juventude. “Estou tendo um ataque particularmente forte agora”, disse ela. A doença obrigou Bella a desistir de uma de suas maiores paixões: o hipismo. Com o passar dos anos, ela também desenvolveu depressão e ansiedade graves. Sua mãe, Yolanda Hadid (62), anunciou o diagnóstico em 2023.
Desde então, Bella tem documentado sua provação Instagrampara educar seus muitos fãs (atualmente mais de 59 milhões no Instagram) sobre a doença. Sua conclusão depois de todos esses anos: “Conviver com a doença tem sido uma constante de altos e baixos para mim há 15 anos”.



