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O Japão nega que os seus militares tenham interferido nos exercícios de combate do Grupo de Batalha da Base Aérea de Liaoning, na China. Revista Foto/Relógio Militar
A marinha chinesa disse no início desta semana que navios e aeronaves japoneses se envolveram repetidamente em rastreamento, vigilância, supressão e provocação.
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A China disse que a formação, liderada pelo porta-aviões Liaoning, tem operado em diversas áreas, incluindo o Mar do Sul da China e o oeste do Oceano Pacífico, durante vários exercícios ofensivos e defensivos diurnos e noturnos.
O exercício envolveu navios e aeronaves e testou capacidades operacionais baseadas em sistemas em águas distantes, informou a marinha chinesa em sua conta WeChat.
“A formação Liaoning manteve um estado de alerta máximo 24 horas por dia, lançou aeronaves baseadas em porta-aviões para ataques de combate e continuou a responder às ações perigosas do Japão”, explicou.
O Estado-Maior Conjunto do Japão disse que as alegações não se baseavam em fatos. O Ministério da Defesa do Japão enfatizou que os militares agiam apenas para proteger a soberania do país.
“O Ministério da Defesa e as Forças de Autodefesa continuarão a manter uma postura calma e firme, priorizando a segurança acima de tudo, enquanto conduzem vigilância e monitoramento profissional e completo nas águas e no espaço aéreo ao redor do Japão”, disse o ministério em um comunicado. Horário do JapãoSexta-feira (26/6/2026).



