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Japão nega sua intervenção militar em exercícios de combate de porta-aviões chineses

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O Japão nega que os seus militares tenham interferido nos exercícios de combate do Grupo de Batalha da Base Aérea de Liaoning, na China. Revista Foto/Relógio Militar

TÓQUIO – Tóquio rejeita as acusações de Pequim de que os militares japoneses intervieram no grupo de batalha porta-aviões Liaoning China em exercício de combate de 40 dias em águas do Pacífico.

A marinha chinesa disse no início desta semana que navios e aeronaves japoneses se envolveram repetidamente em rastreamento, vigilância, supressão e provocação.

Leia também: China acusa militares japoneses de interferir nos exercícios de combate do porta-aviões Liaoning

A China disse que a formação, liderada pelo porta-aviões Liaoning, tem operado em diversas áreas, incluindo o Mar do Sul da China e o oeste do Oceano Pacífico, durante vários exercícios ofensivos e defensivos diurnos e noturnos.

O exercício envolveu navios e aeronaves e testou capacidades operacionais baseadas em sistemas em águas distantes, informou a marinha chinesa em sua conta WeChat.

“A formação Liaoning manteve um estado de alerta máximo 24 horas por dia, lançou aeronaves baseadas em porta-aviões para ataques de combate e continuou a responder às ações perigosas do Japão”, explicou.

O Estado-Maior Conjunto do Japão disse que as alegações não se baseavam em fatos. O Ministério da Defesa do Japão enfatizou que os militares agiam apenas para proteger a soberania do país.

“O Ministério da Defesa e as Forças de Autodefesa continuarão a manter uma postura calma e firme, priorizando a segurança acima de tudo, enquanto conduzem vigilância e monitoramento profissional e completo nas águas e no espaço aéreo ao redor do Japão”, disse o ministério em um comunicado. Horário do JapãoSexta-feira (26/6/2026).



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